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Objetivos
Sensibilizar
e envolver a sociedade civil, principalmente os grupos que
trabalham com serviços de saúde sexual e reprodutiva,
educação, direitos humanos, meios de comunicação
e legisladores sobre a necessidade de mudanças dos
padrões culturais vigentes em nossa sociedade.
Ampliar
a reflexão ético/religiosa em um perspectiva
ecumênica. Desenvolver diálogos públicos,
tanto mas sociedades como nas Igrejas, a respeito dos temas
relacionados com a sexualidade, a reprodução
humana e a religião.
Influenciar
na sociedade para que reconheça o direito que tem
as mulheres a uma maternidade livre e voluntária,
com o objetivo de diminuir a incidência do aborto
e a mortalidade materna.
Aprofundar
o debate em relação à interrupção
voluntária da gravidez, ampliando a discussão
em seus aspectos éticos, médicos e legais
e lutar pela descriminalização e legalização
do aborto.
Exigir
do Estado o cumprimento dos compromissos assumidos nas Conferências
Mundiais organizadas pelas Nações Unidas no
Cairo (1994) e em Beijing (1995).
A
implementação de programas de educação
sexual, nas perspectiva dos direitos sexuais e reprodutivos.
A
implementação de leis, políticas públicas
e serviços de saúde, acessíveis a todas
as mulheres, especialmente às mulheres pobres, o
efetivo gozo de sua saúde sexual e reprodutiva.
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